Vitamina D, o Poder do Sol 

A vitamina D é essencial na formação dos ossos e dentes.

Ela ajuda a emagrecer, fortalece o sistema de defesa do organismo, auxilia na prevenção e tratamento de doenças como a diabetes e a hipertensão e está associada a uma vida mais longa – para falar somente de alguns de seus efeitos positivos. Por essa razão, a vitamina tornou-se a mais nova queridinha dos médicos em todo o planeta. Muitos já estão solicitando a seus pacientes que meçam sua concentração no corpo e façam sua reposição se assim for necessário.

Muito do que se sabe a respeito dos novos benefícios da substância é referente à diabetes tipo 2, que hoje exibe proporções epidêmicas no mundo. Trabalhos demonstram que níveis baixos da substância estão relacionados a uma disfunção ligada à origem da doença chamada resistência à insulina. A insulina é o hormônio que permite a entrada, nas células, da glicose circulante no sangue. No caso da diabetes tipo 2, ela não consegue cumprir sua função corretamente e o resultado é o acúmulo de glicose na circulação sanguínea, o que caracteriza a enfermidade.

Uma das pesquisas a evidenciar a relação vitamina D-diabetes tipo 2 foi feita pelo cientista Micah Olson, da Universidade do Texas (EUA). Ele mediu os níveis da vitamina, de glicose e de insulina no sangue de 411 crianças obesas e 87 não obesas. “As obesas com níveis mais baixos do composto tinham maior grau de resistência à insulina”, disse. Em adultos, dá-se o mesmo. No mês passado, estudo publicado na revista “Diabetes Care” mostrou que pessoas com pequena quantidade da substância apresentavam 32 vezes mais resistência à insulina do que a média dos voluntários avaliados.

Um dos achados mais reveladores – e que ajuda a sustentar a nova atitude dos médicos – surgiu de um trabalho de cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Eles sequenciaram o código genético humano para averiguar quais regiões do DNA apresentavam receptores para a vitamina. Receptores são uma espécie de fechadura química só aberta por chaves compatíveis –nesse caso, a vitamina D –, para liberar o acesso e a ação do composto à estrutura à qual pertencem.

A outra comprovação inquestionável do poder abrangente da vitamina no corpo humano veio de uma ampla revisão de trabalhos científicos realizada pela Sociedade Americana de Endocrinologia cujo resultado foi divulgado há dois meses. “Ela age no coração, no cérebro e nos mecanismos de proliferação e inibição de células, entre outros sistemas”, disse à ISTOÉ o bioquímico Anthony Norman, professor da Universidade da Califórnia (EUA), um dos maiores estudiosos do tema e integrante do comitê responsável pela compilação de dados a respeito do assunto. “A vitamina D também atua nos músculos, que são as únicas estruturas capazes de dar mais estabilidade aos ossos”, diz o ortopedista André Pedrinelli, do Hospital Santa Catarina, de São Paulo.

A informação do papel da vitamina no desenvolvimento da enfermidade mudou a conduta médica. A endocrinologista Maria Fernanda Barca, de São Paulo, membro da Sociedade Americana de Endocrinologia, por exemplo, é uma das que já indicam sua reposição, se for preciso. “Quando comecei a pedir dosagens, vi que cerca de 70% dos pacientes estavam com carência ou insuficiência da substância”, diz.

Também já existe um consenso científico de que, quanto mais obesa a pessoa, menos vitamina D ela apresenta. Não está claro, porém, se a obesidade por si só diminui a presença da vitamina no organismo ou se é o contrário. Mas, mesmo sem conhecer os mecanismos pelos quais a baixa concentração da substância contribui para o acúmulo de gordura, os médicos estão incluindo sua reposição na lista de estratégias mais recentes na briga contra a balança.

Só por ajudar no controle da diabetes e da obesidade – dois fatores de risco para doenças cardíacas –, a vitamina já poderia ser chamada de aliada do coração. No entanto, descobriu-se que ela combate também a hipertensão, bloqueando a ação de uma enzima envolvida na elevação da pressão arterial. “Por isso, pode ser dada como coadjuvante no tratamento da doença, se for comprovado seu déficit”, afirma Aluízio Carvalho, professor de nefrologia da Unifesp.
O sistema imunológico é outro beneficiado. “Ela atua como um modulador do sistema de defesa do corpo”, explica a endocrinologista Cláudia Cozer, de São Paulo, diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.

A quantidade certa da vitamina D, permite que o corpo se defenda melhor, por exemplo, das gripes e resfriados de repetição. “Uma das células beneficiadas por ela são os linfócitos T, que agem sobre as células estranhas e infectadas por vírus”, diz o bioquímico Anthony Norman, da Universidade da Califórnia. Alguns pesquisadores sugerem que a substância pode reduzir a mortalidade por pneumonia entre pacientes internados e ter ação específica sobre o bacilo de Koch, o causador da tuberculose.

Até as complexas doenças autoimunes se revelam sensíveis à vitamina. Essas enfermidades são desencadeadas por uma disfunção do sistema de defesa que faz com que ele comece a atacar o próprio organismo. Se ataca proteínas localizadas nas articulações, deflagra a artrite reumatoide. Se forem células da pele, há vitiligo ou psoríase.

Nesse campo, a substância também tem sido vista como uma esperança, inclusive para pacientes de esclerose múltipla, enfermidade autoimune que acomete células nervosas e leva à perda gradual dos movimentos. Já se sabe que o seu avanço é mais rápido em quem convive com níveis baixos da substância, conforme documentou um estudo da Universidade de Maastricht, na Holanda, a partir do acompanhamento de 267 pessoas com a doença.

A enorme deficiência se deve principalmente à pouca exposição ao sol que as pessoas têm atualmente. Para que seja sintetizada na quantidade adequada, recomenda-se a exposição de partes do corpo (braços e pernas, por exemplo) entre 20 e 30 minutos ao sol diariamente, sem filtro solar. Ou, como orienta outra corrente, expor 15% da superfície da pele (equivale a dois braços) pelo menos três vezes por semana, com filtro solar. E, nesse caso, fazer complementação com suplementos receitados a partir da necessidade individual de cada um.

Nutrologia Esportiva 

Performance Esportiva 

HIPERTROFIA: Utilizamos de nosso conhecimento através de suplementação, otimização metabólica e hormonal para auxiliar os pacientes no ganho de massa muscular.

CROSSFIT: Uma das modalidade que é fundamental o acompanhamento de um médico especializado, ela utiliza força e condicionamento a todo momento o que ocasiona um stress metabólico intenso, a suplementação e medicações neste caso é completamente diferente da hipertrofia e de suma importância para equilibrar o organismo e melhorar o desempenho no esporte

DEFINIÇÃO MUSCULAR: Neste caso focamos em baixar o percentual de gordura corporal sem dar tanta ênfase na hipertrofia, para isso utilizamos: planejamento alimentar, suplementação, treino adequado e medicações especificas.

CORRIDA: Esporte que necessita de um planejamento adequado em relação a dieta, suplemento e massa muscular, para que o individuo supere seus limites. Alem disso é fundamental alguns exames para avaliar a capacidade cardio-respiratória como a ergoespirometria.


 Reposição Hormonal 


Na reposição hormonal, a suplementação se dá através de hormônios e outros nutrientes, como aminoácidos, vitaminas e antioxidantes buscando atingir níveis hormonais compatíveis com os de nossa juventude ou inicio da vida adulta. Os hormônios utilizados para terapia são os conhecidos como bioidênticos, aqueles exatamente iguais aos produzidos por nossas glândulas. A engenharia genética ajudou muito nesse processo.

Existem sete grandes pausas (em analogia à menopausa) que podem acometer os seres humanos a partir dos 25-30 anos de idade. A partir daí formamos um registro, como a nossa impressão digital, considerando a forma como essas quedas de hormônios ocorrem, a intensidade, qual está caindo mais ou menos.

Por isso é tão importante que cada pessoa tenha um tratamento hormonal adequado! Dosar hormônios é tão importante quando dosar glicemia, hemograma, colesterol. A dosagem hormonal deve fazer parte da rotina médica.

E quem começa a fazer uso da terapia hormonal não significa que terá de fazê-la a vida toda. O uso dos hormônios vai seguir uma rotina de avaliações periódicas. Depois de montado o programa de modulação hormonal,  o paciente é orientado a voltar ao consultório num prazo máximo de 60 dias, para reavaliações clínicas e laboratoriais.


Nutrologia 

A Nutrologia é uma especialidade médica que estuda, pesquisa os benefícios e malefícios causados pela ingestão dos nutrientes, aplicando este conhecimento para a avaliação de nossas necessidades orgânicas, visando a manutenção da saúde e redução de risco de doenças, assim como o tratamento das manifestações de deficiência ou excesso.

O acompanhamento do estado nutricional do paciente e a compreensão da fisiopatologia das doenças diretamente relacionadas aos nutrientes permitem ao nutrólogo atuar no diagnóstico, prevenção e tratamento destas doenças, contribuindo na promoção de uma longevidade saudável, com melhor qualidade de vida.

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Modulação Hormonal 

Felicidade e saúde podem durar para sempre !!!

NÃO PERDEMOS NOSSOS HORMÔNIOS PORQUE ENVELHECEMOS. E SIM, ENVELHECEMOS PORQUE PERDEMOS NOSSOS HORMÔNIOS.

Todo o indivíduo, ao envelhecer, passa por uma perda lenta e gradativa de seus hormônios. Isso começa por volta dos 32 aos 35 anos e vem acompanhado de diversas conseqüências.

QUALIDADE DE VIDA PARA TODA A VIDA.

Os hormônios são substâncias que influenciam diretamente na saúde e no comportamento humano. A manutenção de níveis hormonais próximos aos da juventude, evita que vários orgãos e sistemas adoeçam, prolongando a vida e conferindo um alto grau de qualidade de vida na velhice. A Modulação Hormonal é feita atravéz dos Hormônios Bioidênticos.

BENEFÍCIOS DA MODULAÇÃO HORMONAL.

Aumento da massa muscular, Aumento da força e da resistência física,
Melhora do humor,
Aumento da capacidade de trabalho e produtividade, Aumento da libido e melhora da ereção,
Aumento da memória e da velocidade de processamento cerebral,
Reduz o risco de osteoporose, Efeito antidepressivo;,
Redução dos riscos de câncer de mama, ovários, e de próstata, Redução dos níveis tensionais, Diminui os níveis de glicose melhorando o diabetes tipo II, Aparência mais saudável e bonita.

O QUE SÃO OS HORMÔNIOS BIOIDÊNTICOS ?

São hormônios, produzidos pela Engenharia Genética Recombinante de DNA e que por serem idênticos aos nossos só nos trazem os benefícios da terapia hormonal, sem os riscos produzidos pelos hormônios sintéticos.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

O diagnóstico é clínico e laboratorial e após a sua confirmação passamos a administrar Hormônios Bioidênticos. No caso do homem a TESTOSTERONA BIOIDÊNTICA na forma de gel transdérmico, pastilhas sublingual. Em alguns casos o resultado é rápido e muito eficiente com reversão dos sintomas apresentados em algumas semanas.

Programa Peso Ideal 

Mais de 60% da população brasileira está acima do peso.

A Obesidade, Hipertensão Arterial, Diabetes Mellitus e a Dislipidemia (Aumento de Triglicerídeos e Colesterol), são considerados um dos fatores agravantes da Síndrome Metabólica por aumentarem consideravelmente as comorbidades como: Infarto Agudo do Miocárdio, Acidente Vascular Cerebral e Neoplasias (Mama, Útero, Próstata, Estômago e Intestino).

É Fundamental o Tratamento da Síndrome Metabólica através de um Emagrecimento Saudável com Perda de Gordura Corporal e Ganho de Massa Corporal.

www.dhiogoseronni.com.br

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Síndrome Metabólica 

gorduravisceralVocê reconhece os sinais da síndrome metabólica?

O termo síndrome metabólica é, atualmente, muito utilizado, entretanto, poucas pessoas sabem o que ele significa. É uma doença que envolve vários fatores de risco metabólicos que estão associados com o aumento de risco de diabetes tipo II, eventos cardiovasculares (enfarte, derrame cerebral etc.), assim como a mortalidade por doenças cardiovasculares e outras causas.

Como ela surge?

Esta síndrome vem se tornando cada vez mais comum e chega a acometer cerca de um quarto da população dos Estados Unidos e Europa. Na grande maioria das vezes ela se inicia na idade adulta ou na meia-idade e a sua frequência aumenta com o envelhecimento. O número de pessoas acometidas aos 50 anos é o dobro de casos que acontecem com 30 ou 40 anos. Sua alta frequência, aliada às suas graves consequências para a saúde, demonstra a importância da compreensão dos fatores que a provocam. Isso poderá auxiliar a adotar melhores estratégias para preveni-la.

No levantamento realizado pelo IBGE, o índice de sobre peso e obesidade beira os 60% no Brasil. Cerca de 82 milhões de pessoas apresentaram o IMC igual ou maior do que 25 (sobrepeso ou obesidade). Isso indica uma prevalência maior de excesso de peso no sexo feminino (58,2 %), que no sexo masculino (55,6%). O dados anunciados pelo IBGE traduzem a urgência de se pensar políticas públicas adequadas à prevenção e tratamento do sobrepeso e obesidade.

A Federação Internacional de Diabetes definiu que são portadores de síndrome metabólica os indivíduos que tiverem obesidade central – circunferência abdominal maior que 102 cm nos homens e que 88 cm nas mulheres- e mais dois de qualquer dos quatro fatores de risco abaixo:

1. Hipertensão arterial: pressão arterial sistólica maior que 130 e diastólica maior que 85 mm de Hg.

2. Níveis de triglicérides altos no sangue – maior ou igual a150 mg/dL.

3. Níveis de HDL colesterol (bom colesterol) baixos no sangue: menor ou igual a 40 mg/dL no homem ou menor ou igual a 50 mg/dL na mulher

4. Níveis de glicose aumentados no plasma após jejum de 12 horas: maior ou igual a 100 md/dL.

Quem tem síndrome metabólica?

Várias pessoas são portadoras da síndrome metabólica sem sequer suspeitar disso, uma vez que essas alterações são, em geral, assintomáticas. Em primeiro lugar é preciso que os pacientes com obesidade central procurem o médico para fazer o diagnóstico. Em segundo, que a pessoa saiba que os riscos para sua saúde são altos e que deverá mudar seus estilos de vida.

Se considerarmos que a saúde é um dos maiores bens do ser humano, podemos dizer que essa é uma das doenças que pode, realmente, colocar em risco este precioso bem. Assim, essa síndrome é, geralmente, silenciosa e pode causar vários problemas, inclusive o aumento de risco de morte.

Um recente estudo, que avaliou os resultados de várias outras pesquisas, mostrou que os hábitos de vida sedentários podem ser um fator de risco independente dos demais, para o estabelecimento da síndrome metabólica.
“O tratamento da síndrome metabólica necessita de uma boa dose de determinação para as mudanças de estilo de vida, com o intuito de obter redução de peso”

Precisamos esclarecer o que é hábito de vida sedentário. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o sedentarismo não significa apenas deixar os exercícios e o esporte de lado. O comportamento sedentário pode ser definido como a realização de atividades que consomem de 1,0 a 1,5 unidades do equivalente metabólico da tarefa (METs). Essa medida é usada para estimar o gasto de uma determinada atividade física em relação ao gasto do organismo em estado de repouso. Na prática, o comportamento sedentário pode ser mais bem definido pela quantidade de “tempo sentado” do que pelos níveis de atividade física. Estudos demonstraram que as pessoas com esse hábito podem gastar mais do que a metade do seu tempo acordado em atividades sedentárias. Dessa forma, o comportamento sedentário inclui o tempo gasto sentado, deitado descasando, assistindo TV, no computador, de trabalho sentado etc.

Tratamento

O tratamento da síndrome metabólica necessita de uma boa dose de determinação para as mudanças de estilo de vida com o intuito de obter redução de peso. Inclui-se a realização de dieta hipocalórica balanceada, incremento de atividades físicas, mudanças comportamentais e, inclusive o auxílio de medicamentos quando essas medidas não são suficientes. Podem ser necessários medicamentos para tratar a obesidade, o colesterol, os triglicérides e o diabetes mellitus.

A novidade é que, além das recomendações básicas (dieta, perda de peso, evitar o cigarro e bebidas alcoólicas e consultar regularmente o seu médico), a diminuição do hábito de vida sedentário, definido como quantidade de tempo sentado, pode contribuir, também, para melhorar a síndrome metabólica. Isso quer dizer que aumentar as atividades cotidianas já ajuda muito! Algumas dicas – respeitando as limitações de cada indivíduo – podem ser úteis: aproveite para levar o cachorro para passear, subir escadas, fazer pequenos reparos em casa, lavar a louça, assim como procurar ir a pé aos lugares próximos.

Seja criativo! Você pode escolher como reestruturar sua vida para eliminar o comportamento sedentário. Isso poderá fazer muita diferença!

Qualidade de Vida

Qualidade de vida é o método utilizado para medir as condições de vida de um ser humano ou é o conjunto de condições que contribuem para o bem físico e espiritual dos indivíduos em sociedade. Envolve o bem espiritual, físico, psicológico e emocional; além de relacionamentos sociais; saúde, educação, poder de compra, habitação, saneamento básico e outras circunstâncias da vida. 

Não deve ser confundida com padrão de vida, uma medida que quantifica a qualidade e quantidade de bens e serviços disponíveis.

Obesidade, uma Epidemia Global 

A cada cinco brasileiros, um está obeso, sendo mais da metade da população com excesso de peso, mundialmente. O Brasil, assim como outros países em desenvolvimento, que até pouco tempo lutava para combater a fome e a desnutrição, agora necessita conter a obesidade e todas as suas comorbidades associadas, que reduzem progressivamente a qualidade de vida.

Os indicadores epidemiológicos apresentados recentemente pelo Ministério da Saúde mostram que, nos últimos 10 anos, a prevalência da obesidade no Brasil aumentou em 60%, passando de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016. O excesso de peso também se agravou potencialmente nesse período. Esses dados são da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), com base em entrevistas realizadas de fevereiro a dezembro de 2016 com 53.210 pessoas maiores de 18 anos de todas as capitais brasileiras. E quais os principais motivos para essa epidemia?

A indústria alimentícia cresceu drasticamente

Alimentos ultra processados, ricos em sódio, gorduras trans e açúcares são comuns nas prateleiras do supermercado, e tem até para escolher. O acesso a esses tipos de produtos aumentou, visto que muitos apresentam custo reduzido. São encontrados principalmente no cardápio das crianças e adolescentes, nos lanches escolares.

As pessoas dormem menos e comem mais

Durante a noite, a serotonina se converte em melatonina, promovendo o estímulo para o sono reparador, e nesse momento, as células conseguem metabolizar substratos de maneira adequada, principalmente as gorduras. Um sono de poucas horas contribui diretamente para o aumento do peso.

A tecnologia a favor do sedentarismo

As pessoas não andam mais de escada, não caminham, não praticam exercícios físicos programados. E isso tende a crescer diariamente com a tecnologia cada vez mais promissora. O sedentarismo é um fator totalmente influenciador do excesso de peso na população.

Genética influenciadora e modificada

A obesidade e o excesso de peso tem relação com a genética, de certa forma. Entretanto, a alimentação adotada pela população atualmente já demonstra, em estudos científicos, influência na modificação genética de determinados genes envolvidos no metabolismo, provocando alterações celulares que propiciam o aumento do peso.

O combate à obesidade é uma tarefa árdua, e que precisa constantemente se potencializar, tanto pelo trabalho dos profissionais de saúde, como por intensificar as políticas públicas!

Clínica Serene – Consultório Dr. Dhiogo Seronni

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