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A ENXAQUECA TEM CURA? I Dr. Abílio Seronni

É perfeitamente possível controlar a enxaqueca com resultados efetivos, desde que o paciente colabore e não desista do tratamento logo nas primeiras semanas. Mais indicada, podendo oferecer excelentes resultados a curto e em longo prazo, é a introdução de hábitos saudáveis sacramentadas em quatro pilares: qualidade do sono, adequação da dieta, gestão das emoções e atividade física associados com reabilitação oral, aplicação de toxina botulínica, remédios botânicos, acupuntura para harmonizar os meridianos, massoterapia seguida de manipulação e realinhamento cervical com quiropraxia, relaxamento neuropsíquico e muscular, yoga entre outro que abordaremos.

Toda pessoa que sofre de crises persistentes de dores de cabeça deve consultar um profissional habilitado, pois, em conjunto com demais especialidades como um neurologista, para que se possa identificar a sua causa e eliminar fatores de risco, como aneurisma e tumor cerebral. O tratamento tem de ser estratificado conforme o tipo da doença e a freqüência das crises. Pessoas com enxaquecas diárias precisam de tratamento mais agressivo. No entanto, é importante destacar que o tratamento não medicamentoso, ou seja, a introdução de hábitos saudáveis tem peso significativo no controle das crises.

A enxaqueca é uma doença crônica com uma série de sintomas e a dor de cabeça é o sintoma mais comum, mais dramática e que leva muitas vezes a busca por tratamento médico. O critério oficial da Sociedade Internacional de Cefaléia para se estabelecer um possível diagnóstico de enxaqueca inclui certos pré-requisitos, entre os quais: pelo menos 5 episódios prévios com dor de cabeça (preferivelmente localizada em apenas um dos lados da cabeça, podendo mudar de lado), de intensidade moderada a severa, duração entre 4 horas e 3 dias, com aversão à claridade e/ou barulho, náuseas (enjôo) e/ou vômitos.

Uma das causas bem comum da enxaqueca é quando ela está associada a lombalgias e muitas delas são providas de má postura mandibular como vemos na ilustração a baixo, a mandíbula posicionada a frente costuma levar a coluna a uma postura de lordose e a mandíbula posicionada para trás, costuma levar a coluna a uma postura de cifose.

Outra relação comum são com as famosas DTM, ou seja, distúrbios teporomandibulares, alterações funcionais entre dois ossos que se conectam, a mandíbula e a cavidade glenóide situada na base do crânio que comprometem a função mastigatória, a deglutição, e a fala. Segundo a OMS, 30% da população mundial sofre com DTM.

Tem origem multifatorial, desde hábitos bucais parafuncionais como apertamento noturno e bruxismo (range os dentes), roer unha, morder tampa de caneta e lápis, usar gomas de mascar unilateralmente, passando por traumas na mandíbula, fatores inflamatórios (sinovite e capsulite) e degenerativos (artrite e artrose) até má postura corporal. Além das dores de cabeça, outros sintomas comuns são dificuldade para abrir e fechar a boca, desgaste dentários, dor nos músculos da mastigação principalmente, estalidos na articulação temporomandibular e zumbido no ouvido.


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